Grupos de AjudaAssociação Antialcoólica do Estado de São Paulo A AAESP é uma entidade sem vinculos políticos ou riligiosos, sem distinção de raças ou classes sociais. Reconecida pelos três orgãos: Municiapal, Estadual e Federal. Não é contra quem fabrica, vende ou ingere a bebida alcoólica e sim a favor de quem queira deixar de beber. Sem qualquer finalidade lucrativa, onde qualquer pessoa pode participar, e para quem deseja se associar, o que não é obrigatório, existe uma taxa mensal de R$3,00. O Voto Para ingressar na AAESP é necessário assistir a uma reunião, e fazer o voto, este considerado pelos associados um voto de vida. Este é o voto que é oferecido ao final de todas as reuniões: "AO INGRESSAR NA ASSOCIAÇÃO ANTIALCOÓLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO PROMETO, COM A AJUDA DE DEUS, FAZER TODOS OS ESFORÇOS PARA ME ABSTER DE TODA E QUALQUER BEBIDA ALCOÓLICA, RECONHECENDO SER ELA A RESPONSÁVEL PELA RUÍNA E MISÉRIA DO MEU SER, DO MEU LAR E DE MINHA PÁTRIA, ASSIM EU PROMETO." As reuniões acontecem diariamente, para quem quiser participar, homens ou mulheres, basta comparecer a um Núcleo da AAESP. Clique aqui para ver a relação de endereços e horários das reuniões. Veja mais no site: aaesp.vilabol.uol.com.br A Fundação do AA Bill, um americano corretor da bolsa de valores, numa de suas várias internações hospitalares por causa do alcoolismo, teve uma idéia singular: pediu ao médico se poderia contar sua história para os outros internos. Quando voltou do bate-papo, estava com melhor aparência, mais satisfeito e, depois da alta, não voltou a beber. Durante seis meses, Bill procurou bêbados com quem conversar, mas poucos aderiram a essa idéia que parecia maluca. Queixou-se, então, ao médico que, ao vê-lo sóbrio, aconselhou: Se os outros não querem acompanhá-lo, não desista. O importante é que você não está bebendo. A vida do corretor mudava para melhor. Numa viagem a Ohio, no entanto, os negócios não correram como esperava. Sentiu-se só e o desejo de conversar com outros alcoólicos voltou imperioso, pois descobrira que esses encontros eram fundamentais para mantê-lo afastado da bebida. Depois de muitas tentativas frustradas, soube de um médico, o dr. Robert, cuja carreira estava praticamente destruída pelo alcoolismo e que, relutante, aceitou o convite certo de que iria novamente ouvir conselhos. "Eu não vim aqui te ajudar, vim pedir ajuda", foi a resposta desconcertante de Bill e a conversa durou horas. Engana-se quem pensa que o dr. Bob parou de beber imediatamente, mas ele estava sóbrio no dia 10 de junho de 1935, data prevista para uma cirurgia que o tremor das mãos provocado pela abstinência impedia realizar. Para espanto dos presentes, Bill ofereceu-lhe uma cerveja, a tremedeira sumiu e o paciente foi operado com segurança. Mais ou menos 80 anos antes desses acontecimentos, um grupo - os "washingtonianos" - chegou perto da solução para o problema do alcoolismo, mas a infiltração de correntes político-ideológicas (lei seca, abolição da escravatura) interferiram na convivência dos alcoólicos e descaracterizaram o movimento que adquiriu uma conotação moralista e pouco eficiente no combate ao alcoolismo. Bill e o dr. Bob chegaram a freqüentar algumas reuniões dos "washingtonianos", mas acabaram fundando o AA, irmandade que muito tem ajudado os dependentes de álcool. Conheça os 12 mandamentos do AA Veja mais no site: alcoolicosanonimos.org.br Al-Anon e Al-Teen O Al-Anon é uma associação paralela, mas independente do AA, que oferece apoio aos familiares dos alcoólicos. Há, também, grupos preparados para atender os filhos dos dependentes. São os Al-Ateen. Essas instituições foram criadas porque a família torna-se co-dependente do álcool e precisa tratar da neurose que adquiriu na convivência com a pessoa que bebe. Embora a doença manifeste-se igualmente em ambos os sexos, talvez por preconceito mais homens procurem o AA e mais mulheres, o Al-Anon. Muitas vezes, quem busca o Al-Anon o faz em função do doente que tem em casa na esperança de encontrar um meio eficiente para afastá-lo da bebida. Engana-se, porém. No Al-Anon encontrará pessoas que estão ou foram afetadas pela maneira de alguém beber e que se preocuparão apenas com os familiares e/ou amigos dos alcoólicos conforme suas necessidades específicas. Ali todos são iguais, pois todos foram atingidos pelo mesmo tipo de problema. O primeiro passo do tratamento é eliminar qualquer resquício de sentimento de culpa que cônjuges e pais possam carregar. Afastada a culpa, o relacionamento assume outra dinâmica e o alcoólico percebe a diferença. Mais fortalecida, não raro a família consegue que o dependente aceite ajuda. Normalmente, as pessoas que procuram o Al-Anon estão desestruturadas física e psicologicamente, sem esperança de vida melhor. Num ambiente de afeto e cumplicidade, elas descobrem que têm um doente em casa e que o problema atinge a todos que o cercam. Descobrem, também, que não está em suas mãos promover a recuperação do alcoólico, mas que está em suas mãos buscar caminhos mais felizes para quem vive ao lado de quem bebe. A proposta do Al-Anon é ajudar a família a reprogramar a própria vida com comprometimento e responsabilidade, independentemente do que possa acontecer com o usuário de álcool. Veja mais no site: www.al-anon.org.br
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”O processo é feito com diagnóstico médico, elaborado por psiquiatra e ou clínico especialista." |
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