Entenda os tipos de internação para tratamento do alcoolismo Alcoolismo

Conforme o nível de dependência de álcool, às vezes é necessário internar o alcoolista para que a recuperação da saúde física e mental seja acompanhada mais de perto. Mas, nessas horas, é comum que o alcoolista (quando ainda consegue ter consciência) ou a família fique na dúvida a respeito dos tipos de internação.

Para ajudar a esclarecer, explicamos as diferenças entre internação voluntária, involuntária e compulsória a seguir:

Internação voluntária

É quando o dependente de álcool aceita que precisa se tratar e decide procurar ajuda. No caso, o paciente é internado com o apoio e vontade dele. Não é necessária autorização judicial, já que o alcoolista tem consciência da doença e aceita iniciar o tratamento.

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Internação involuntária

Às vezes, o alcoolista não consegue reconhecer que está doente. Com isso, não aceita qualquer tipo de tratamento. Nesses casos, a família pode pedir a internação contra a vontade do dependente como forma de lhe assegurar a saúde e a vida.

A família deve solicitar a internação involuntária em uma unidade do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou em uma clínica particular regulamentada para este tipo de internação. Após um laudo médico, o alcoolista é internado e o Ministério Público é informado sobre o acolhimento do alcoolista.

Internação compulsória

Quando o alcoolista está colocando a própria vida ou de outras pessoas em risco, a justiça pode solicitar a internação compulsória. O processo é semelhante ao da internação involuntária, porém, usa este termo porque a autorização é expedida pela justiça. Também precisa de um laudo médico e, geralmente, as clínicas autorizadas para fazer internação involuntária também estão aptas para a internação compulsória.

Vale ressaltar que a internação é apenas uma etapa do tratamento do alcoolismo, sendo necessário manter um acompanhamento após o período.

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Comecei a ingerir bebidas alcoólicas aos 14 anos de idade, me tornei alcoólatra e hoje estou em recuperação.