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Descoberta ligação entre variação genética, alcoolismo e compulsividade

menos de 1 minuto Pesquisadores da Universidade de Michigan Health System, nos Estados Unidos, descobriram uma nova ligação entre as variações genéticas associadas com o alcoolismo, ao comportamento impulsivo e a uma região do cérebro envolvida na ansiedade. Resultados indicam que as variações no gene GABRA2 contribuem para o risco de alcoolismo, influenciando comportamentos impulsivos, pelo menos em parte, através de uma porção do córtex cerebral denominada ínsula. O estudo incluiu 449 pessoas, que vieram de 173 famílias – 129 dos quais tinham pelo Continue lendo

Valor calórico de algumas bebidas alcoólicas

menos de 1 minuto Bebidas Medida e peso Energia (kcal) Cerveja chopp 1 copo grande – 300 ml 129 Cerveja chopp light 1 copo grande – 300 ml 81 Cerveja Caracu 1 copo grande – 300 ml 186 Cerveja Malzbier 1 copo grande – 300 ml 168 Champagne 1 taça – 120 ml 85 Conhaque 1 dose – 30 ml 75 Licor 1 cálice – 30 ml 103 Pinga 1 copo americano – 175 ml 402 Vinho branco seco 1 taça – 150 ml Continue lendo

Uso paralelo e simultâneo de drogas e álcool

menos de 1 minuto Atualmente, tem sido reconhecida a importância do uso múltiplo de substâncias. Entre as muitas combinações, o uso de álcool a outras drogas tem sido a mais comum, de tal forma que parece não mais existir alcoolistas ou abusadores “puros” de drogas. Além disso, poucos estudos diferenciam o uso simultâneo (ao mesmo tempo ou combinado) do paralelo (dentro de um mesmo período, mas não simultaneamente) de álcool e drogas, tampouco suas correlações, especialmente em relação às suas conseqüências sociais, incidência de Continue lendo

Uso de cocaína eleva riscos de infarto

menos de 1 minuto O uso freqüente e crônico de cocaína eleva o risco de casos de infarto agudo do miocárdio – o famoso ataque cardíaco. O alerta vem do cardiologista Carlos Antônio da Mota Silveira, que participou do IV Simpósio Científico Nacional, promovido pelo Hospital Santa Joana, no Recife. Segundo o especialista, a condição aumenta a chance de um ataque do coração, mesmo anos depois de o usuário ter parado de utilizar a droga. “O risco para os usuários é diretamente proporcional ao Continue lendo