Alcoolismo: desintoxicação, negação e perigos

Tempo de leitura: menos de 1 minuto

Os efeitos do alcoolismo podem ser sentidos de diversas maneiras na sociedade, já que uma pessoa que sofre de tal vício raramente causa danos somente a si mesmo, sendo comum vermos famílias acabando graças a presença constante do álcool em suas vidas.

Uma substância capaz até mesmo de dar fim à vida de alguém, seja da própria pessoa alcoólatra, que pode desenvolver algum tipo de doença diante do consumo exagerado e constante de bebidas alcoólicas, mas também a terceiros, por meio de acidentes.

Isso em um número preocupante de acidentes no trânsito que podem ocorrer por causa da embriaguez dos motoristas, em uma relação onde o consumo de álcool pode afetar as funções motoras de quem é dependente de tal substância, causando diversos problemas.

Pois além desse exemplo negativo, a dependência alcoólica é capaz de trazer danos para todo tipo de relação social a ser mantida por alguém, como em sua carreira profissional, capaz de ser prejuidcada pela presença frequente do álcool em seu cotidiano.

Impedindo assim que um funcionário exerça as funções pelas quais ele foi contratado, fazendo assim com que uma empresa de exame demissional possa encontrar em suas análises um alto índice de álcool no organismo desse profissional examinado.

Acarretando assim na demissão justa desse funcionário por parte de uma empresa, já que ele passou a não demonstrar o empenho e performance que um negócio espera dos seus colaboradores, para que, de forma conjunta, possam alcançar uma posição de destaque.

Relação essa que acaba por colocar o alcoolismo como uma preocupação dos mais diversos setores da sociedade diante dos seus danos expansivos, chegando a impactar uma família, uma empresa ou até mesmo a relação antes mantida por um grupo de amigos.

Pois quanto maior for o grau de dependência alcoólica de alguém, menos tal pessoa tem capacidade de manter as suas relações sociais, a ponto de fazer com que algo simples, como uma caixa de papelão para bebidas, possa alcançar uma posição negativa.

E muitas vezes nem mesmo esses problemas claros são suficientes para que esse dependente procure por um tratamento.

Obstáculos vividos por um alcoolista

A dependência em relação ao álcool deixou de ser vista apenas como um hábito ruim, sendo corretamente definida hoje como uma doença, ou seja, um distúrbio físico ou emocional que faz com que alguém se torne refém desse tipo de bebida.

Isso a faz tornar-se dependente dos efeitos causados pelo álcool em seu organismo em um ponto onde o consumo de tais substâncias se torna cada vez maior, já que nem mesmo o corpo consegue metabolizar as sensações causadas por esse elemento excessivamente.

De forma similar ao que ocorre com outras substâncias químicas, como drogas de diferentes tipos. Inclusive, é essa reticência em tratar o álcool como algo prejudicial que faz com que o tratamento acabe sendo tão evitado de uma forma geral.

Pois diferente da necessidade de uma fábrica por contar com selos de proteção para os seus produtos, recorrendo então a fabricantes de lacres de segurança, a procura de um viciado alcoólico por seu tratamento não é tão fácil, apesar da mesma obviedade.

Afinal, se existe um problema, para resolvê-lo é importante recorrer a caminhos que possam ser úteis para solucioná-los. O maior contratempo em relação ao álcool é justamente o fato das pessoas alcoólatras não reconhecerem o seu estado de dependência.

Apesar desses resultados negativos estarem claros para as pessoas ao seu redor, através de uma série de atitudes prejudiciais que podem estar sendo tomadas por uma pessoa com problemas de vício, tais como mudanças de humor, agressividade, entre outros aspectos.

Características essas que podem fazer com que um profissional acabe não passando no teste de aso atestado de saúde ocupacional, exigido por uma companhia para garantir que tal profissional se encontra em condições físicas ou emocionais de exercer sua função.

Situação que exemplifica algum dos efeitos negativos que o álcool é capaz de exercer na vida desse viciado, prejudicando até mesmo a sua carreira profissional.

Ao mesmo tempo que cabe a essa companhia compreender que tal funcionário precisa de um auxílio médico, levando em conta que o alcoolismo não é uma prática ruim, mas sim uma doença, uma enfermidade com diversas causas e sintomas.

Pois além de causas emocionais, que podem deixar alguém mais suscetível aos efeitos do álcool, em algumas pessoas é possível encontrar fatores genéticos que levam a uma predisposição ao alcoolismo, o que explica a presença do problema em algumas famílias.

Tudo agindo como obstáculos para que um dependente alcoólico acabe por procurar por algum tipo de ajuda profissional que o auxilie a enfrentar essa doença da maneira correta, evitando assim ficar preso em um ciclo eterno de negação em relação a essa enfermidade.

Um círculo que sequer chega a ser eterno, já que a presença constante do álcool no organismo de uma pessoa pode fazer com que ela sequer tenha muitos anos pela frente, sendo então um problema capaz de levar ao óbito se não tratado corretamente.

As fases de negação ao alcoolismo

Conforme dito antes, um dos maiores problemas em relação a se buscar ajuda para um dependente alcoólico está na forma em que eles negam estar passando por uma dificuldade, já que não veem seu hábito frequente como algo ruim.

Passando então por fases no que envolve sair de um estado de negação até reconhecer a presença de um problemas, fases essas que são:

  • Negação em si;
  • Raiva;
  • Negociação;
  • Depressão;
  • Aceitação.

É importante reconhecer cada etapa, de forma a acompanhar esse indivíduo até o seu tratamento, tal como palestras em sipat podem diminuir o número de acidentes causados no trabalho, após uma abordagem ampla acerca de possíveis itens negativos.

Negação em si

Nessa etapa uma pessoa alcoólatra não assume a sua dependência, seja contestando o seu consumo excessivo ou então não vendo nenhum problema nisso, encarando o fato apenas como uma atividade recreativa.

Raiva

Após tanto negar o problema, é possível que um dependente assuma uma posição mais preocupante, alcançando assim um comportamento irritadiço, descontando suas inseguranças nas pessoas ao seu redor.

Culpando a todos pelo seu estado de raiva, de pessoas até mesmo a equipamentos, como uma máquina de café expresso vending disponível no seu trabalho, mesmo que o consumo dessa bebida seja útil para cortar os efeitos do álcool em si.

Negociação

Essa fase se assemelha muito ao processo de luto, da mesma maneira em que se reconhece em parte um problema, mas existe uma espécie de adiamento em relação ao início do tratamento correto.

Postergando esse procedimento com as pessoas ao seu redor, com si mesmo ou até mesmo com Deus ou qualquer entidade religiosa presente na vida desse indivíduo.

Depressão

O estado de depressão é um que carece de grande atenção, já que nessa fase o dependente assume o seu vício, mas não parece ter forças para enfrentar esse problema, o que pode levar ao agravamento da sua saúde.

Aceitação

Após ser auxiliado por todas essas etapas, um viciado em álcool pode finalmente iniciar o tratamento, já que agora aceita o fato de que possui um problema e que precisa de ajuda para enfrentar tal doença.

Tendo em mente o objetivo de retornar saudável para a sua família ou até mesmo para a sua profissão, como uma cozinheira para residencia, já que esse vício atinge tanto o público masculino como o feminino.

Mas quando se chega na fase do tratamento, é importante de fato contar com auxílio profissional, já que o processo de desintoxicação é pesado para o corpo e se não for bem conduzido pode levar a consequências graves.

Atenção aos riscos da desintoxicação

Diferente do consumo excessivo de fruto do mar, após descobrir um atacadista de frutos do mar de qualidade perto de casa, cujo único ponto negativo possa ser a presença de uns quilos a mais, o consumo constante de álcool pode modificar todo o seu organismo.

Em um estado no qual o seu cérebro passa a produzir estímulos para lidar com o processo de metabolização dessa substância no seu corpo. Logo, o corte imediato do álcool pode fazer com que seu organismo não reaja muito bem a esse processo.

O que leva o dependente a sofrer de crises de abstinência, ficando mais suscetível a sofrer uma recaída e voltar ao encontro da bebida, passando então por fortes sintomas, como:

  • Tremores;
  • Falta de apetite;
  • Delírios;
  • Agressividade;
  • Confusão mental;
  • Problemas de memórias;
  • Alterações no sono.

Manifestações do seu próprio corpo enquanto ele passa por um processo de desintoxicação, que precisa ser acompanhado por um profissional médico, de forma a superar tais sintomas da melhor forma possível, voltando a ser alguém saudável.

Uma situação que prova os danos do alcoolismo, capaz de causar problemas até mesmo quando alguém resolve parar de consumir bebidas alcoólicas. Uma condição a ser vista com atenção, de forma a se procurar o tratamento o mais cedo possível.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *