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Madrugada de sábado se torna horário mais perigoso no trânsito de SP

Madrugada de sábado se torna horário mais perigoso no trânsito de SP

menos de 1 minuto Não há outro horário tão violento no trânsito paulistano como as madrugadas de sábado. O intervalo da meia-noite às 6h tornou-se, em 2011, o mais perigoso para se trafegar na capital. E o principal motivo, segundo especialistas e autoridades, é a mistura entre álcool e excesso de velocidade. Ao todo, 91 acidentes provocaram a morte de motoristas, passageiros ou pedestres nas madrugadas dos 53 sábados do ano passado, 21 a mais em comparação ao ano anterior. Mais da metade deles Continue lendo

Álcool ainda é o grande vilão

Álcool ainda é o grande vilão

menos de 1 minuto Para especialistas da Clínica Viva, crack é um problema sério, mas a sociedade não pode se esquecer dos males do alcoolismo, que estão muito mais próximos e são mais graves do que conseguimos perceber. Com crack em pauta, males do alcoolismo não podem ser esquecidos Recentemente, o médico da Coordenadoria de Atenção às Drogas de São Paulo, Luiz Alberto Chaves de Oliveira, mais conhecido como Dr. Laco, tem feito uma campanha em que alerta para o maior problema em se Continue lendo

Bebidas alcoólicas são as drogas mais consumidas por adolescentes

Bebidas alcoólicas são as drogas mais consumidas por adolescentes

menos de 1 minuto Segundo o artigo “Fatores de risco para dependência de álcool em adolescentes”, há evidências de que o álcool é a droga mais consumida entre os adolescentes. O objetivo do estudo foi identificar esses fatores que contribuem para a dependência do álcool na adolescência. O artigo foi publicado este ano na Acta Paulista de Enfermagem e tem como autores Leandro Rozin, do programa de pós-graduação em Biotecnologia aplicada à Saúde da Criança e do Adolescente, e Ivete Palmira Zadonel, professora do Continue lendo

Estudo aponta que 3,6% dos paulistas são dependentes de álcool

Estudo aponta que 3,6% dos paulistas são dependentes de álcool

menos de 1 minuto O estudo São Paulo Megacity, realizado com 5.037 indivíduos adultos da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), aponta que mais de 10% dos entrevistados preencheram os critérios para abuso e 3,6% receberam diagnóstico de dependência do álcool. Diferente do esperado, a taxa de abuso foi maior do que a de dependência – o que reforça a necessidade de investimento no diagnóstico precoce e consequentemente resultaria na diminuição dos exorbitantes gastos de saúde com os dependentes. A pesquisa analisou uma amostra Continue lendo